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24 de março de 2015

Boa viagem tia Ada

10 /04/1952 - † 24/03/2015

Difícil expressar em palavras toda gratidão que devo a esta pessoa, este anjo que passou pela terra para ensinar o bem e ser exemplo de bondade e alegria. 

Difícil em momentos como este, colocar para fora mais do que as lágrimas e a tristeza da perda. ADA BEATRIZ ATHAYDE MADRID, a Adabia, a Adinha, a Baixinha, a amiga para qualquer hora, a conselheira, sempre muito esclarecida, com muito discernimento, muito inteligente, mas mais que isso, muito ALEGRE, muito sorridente. Cheia de uma facilidade própria de fazer amigos, e de tê-los em quantidade, e de amá-los e paparicá-los como só ela. Colorada de uma simpatia fascinante, não só aquela simpatia que te encanta no olhar, no sorriso, no falar, mas ela tinha a simpatia que te pegava no colo, que te acariciava e que te embalava em lindos momentos, em todos os momentos. Todos estes momentos que ficarão para sempre na memória de quem a conheceu.

Ao pensar em uma pessoa de bem com a vida, penso na minha tia Ada. Penso em otimismo, penso nela; penso em um bom samaritano, lembro dela. E quando desejar lembrar de um exemplo de alto astral, lembrarei para sempre dela como este exemplo. 

Para ela não existia tempo ruim. Mesmo nos últimos momentos de sua vida, não se notava derrotismo, nem tristeza, nem um pingo de sofrimento era percebido. Somente a força, a coragem de lutar contra esta doença que faz vitimas bem como faz vencedores. E ela foi uma vencedora! Criou seus filhos, seus sobrinhos, netos e levou a família sempre em primeiro lugar. Venceu, pois deixou um pouco dela em cada um de nós. VENCEU pois cada um que teve a oportunidade de conviver com ela, saiu mais evoluído; cada um leva consigo uma faísca desta super mãe, desta super mulher, desta guerreira, que superou adversidades de cabeça erguida, que lutou até o fim para estar bem e continuar com a gente. 

Minha tia foi a primeira a me incentivar a vir para o Acre. Tempos depois ela veio aqui nos visitar, já com a Flor de Lis nascida, para abençoar a recém nascida com as alegria do seu viver, do seu incomparável alto astral e com o amor infinito que sempre emanou de seu ser. 

Só posso te ter Adinha, como meu maior exemplo: que Deus me permita ser um pouquinho como tu, na alegria, no alto astral, na bondade, no amor, no sorriso. Que Deus te guie nesta jornada do outro lado, e que ele permita que continues nos olhando, nos cuidando, nos abençoando com toda a alegria que existe, toda a alegria e todo amor que tu nos ensinou a Amar a Vida, amá-la mesmo nas dificuldades. 


Eu era barro e tu me moldou. Eu fui pedra bruta e tu me lapidou. Hoje sou vaso cristalino e contigo ainda estou, contigo sempre estarei; contigo sempre estaremos.

Adinha siga em paz, pois nosso Amor e nossa Saudade serão eternos.
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