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26 de janeiro de 2010

Ferrovia Brasil - Acre - Peru: EU APÓIO!


A participação dos chineses nos projetos de construção da Ferrovia Transcontinental e do Trem de Alta Velocidade (TAV) foi defendida por parlamentares durante visita oficial à China ocorrida no período este mês. A Transcontinental ligará o Rio de Janeiro ao Peru, passando por Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás Mato Grosso, Rondônia e Acre. O Trem de Alta Velocidade ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.

Os trechos por onde passarão os trilhos da ferrovia ficam entre Uruaçu (GO) e Vilhena (RO), numa extensão de 1.500 km e da divisa do Brasil com o Peru, passando por Porto Velho (RO), Rio Branco, e Cruzeiro do Sul (AC).

Diversos ambientalistas concordam que a implantação de um sistema ferroviário causa menos impacto ambiental, do que a construção de rodovias. O acesso e transporte de produtos se dá igualmente ao rodoviário, com a inclusão de um grande apelo turístico, como acontece em Paranaguá - Paraná, por exemplo, com sua ferrovia que atravessa a serra.

Em Cruzeiro do Sul a expectativa é pela conclusão da BR-364, pelo término da ponte sobre o Rio Juruá, maior entre os estados amazônicos e pela conexão pacífico. É neste momento que podemos iniciar uma campanha para que esta ligação seja ferroviária, e não rodoviária. O acesso ao Peru, por Cruzeiro do Sul, necessariamente deverá cortar ao meio o Parque Nacional da Serra do Divisor, nada mais sensato que possamos optar por uma conexão menos impactante, como é a Ferrovia. 

A operação de uma Ferrovia Transcontinental aqui no Oeste Amazônico trará, certamente, um impulso turístico sem precedentes, já contabilizado o carisma da população e o apelo de conhecer nossa biodiversidade para poder conservá-la.

Países do chamado primeiro mundo, usam e abusam de suas ferrovias, elegendo-as como o transporte do futuro, o transporte limpo e ecologicamente correto. Por que não desenvolver estes cantões do país com esta mesma tecnologia limpa e ecologicamente correta? Temos tudo para brilhar na história como modelo de transporte amazônico, florestal, ecologicamente correto, que além de trazer o desenvolvimento, prejudica menos a natureza.

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