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18 de dezembro de 2006

COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!



COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!COLORADO CAMPEÃO DO MUNDO !!!!!!!!!!!!


Ainda permaneco em extase com litros de adrenalina circulante no meu corpo. Estou me recuperando de 20 horas acordado e de apenas duas horas de descanso agora. Queria estar em Porto Alegre neste momento glorioso do mairo time do mundo, que nao so e' Internacional, como e' Campeao Mundial, Gaucho, da Libertadores e Vice do Brasileirao.
Internacionalmente Colorado.
Pra sempre Colorado.
O mundo e' nosso!!
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29 de novembro de 2006

Um Apelo!!




Para aqueles amigos que me conhecem, sabem da minha estima pelas boas coisas da vida. Muitas destas boas coisas nao chegam aqui por estas bandas, em função do extremo isolamento em que estamos. Então atraves deste post façco um apelo aos leitores e amigos, que me enviem, por gentileza, por agrado, por regalo, coisas essenciais a minha sobrevivencia como:
- erva-mate Rei Verde
- Cachaça Providencia
- Vinho gaucho

Os interessados, sou parceiro de dividir ou ate mesmo pagar tudo, desde que a pessoa faça a gentileza de utilizar um pouco do seu tempo e comprar as coisas pra mim no Mercado Publico. Obrigado!
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Um Super-cachorro chamado Corisco


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Aqui está o meu companheiro corisco. Para aqueles que estavam com saudades deixo aqui uma foto do meu fiel escudeiro. O clima atual da cidade é o que ele se sente melhor, por ser mais agradável aos quilos de pêlo que ele carrega. Entretanto não há como evitar dele permanecer molhado 24hs por dia...mesmo dentro de casa.... hehe. Agora depois dele velho (muito mais velho do que eu, por sinal...), estou concedendo algumas regalias.
Este super-cachorro tem feito fama na cidade, embora as namoradas sejam poucas (ele ainda não é pai), mas por onde eu ando com ele sou parado para comentários. É sem duvida ou maior pastor da cidade (trocadilhos a parte).
Um aviso, ele pediu pra dizer (não sei como também) que cancelou a conta dele do Orkut por pedido da própria direção do site em virtude de ter excedido o limite de acessos diários permitido.
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28 de novembro de 2006

Fatos insólitos

O melhor fato insólito do mês aconteceu em uma ida a Rio Branco. Rio Branco é também daqueles locais que nos reservam interessantes surpresas. Conheci a nova Passarela para Pedestres sobre o Rio Acre, que por si só já merece um tópico a parte, pois sua construção está cercada de uma série de mitos e histórias. Mas o momento alto desta ultima viagem foi conferir a existência do jacaré-de-bueiro. Só o nome já parece bem insólito, mas visualizar este fato tem mais impacto do que ver um jacaré na beira de um rio (a menos que ele pule dentro da sua canoa.... é verdade). Fui levado pelo Augusto, que a princípio tentou me convencer da veracidade do fato, sem muito sucesso. Foi só quando eu vi o jacaré, lá dentro de um bueiro de rua, comum em qualquer cidade, bem ali na frente da sua casa, entre o asfalto e o cordão da calcada, foi só aí que me dei conta que há muito mais coisas entre o chão e o subterrâneo do que julga nossa vã experiência... Não era assim um big jacaré. Mas já tinha um tamanho, por assim dizer, sub-adulto. Próximo deste bueiro, segundo relatos locais, mora um muito maior, adulto, dentro de uma canalização central do esgoto fluvio-cloacal. Este “pai de todos” é muito gentilmente alimentado por uma senhora (com cascas de frutas, restos de comida, e o jacaré ainda cumpre um papel ecológico no controle dos ratos) que diz que já o conhece há pelo menos 10 anos (!!!!). Eu também não acreditaria nesta segunda sentença sem ter visto, ao vivo e a cores, o jacaré-de-bueiro, como eu vi. Impressionante. Fiquei me perguntando, o que acontece quando há enchente? Não quero nem pensar nisto.
Falando deste episódio, lembrei de outro. Uma amiga, quando esteve por aqui numa viagem para a Serra do Divisor, cultivou a idéia fixa que seria atacada por arraias. Bom...logo na primeira parada, o calor era tamanho que ela resolveu tomar um banho. Sua solução pra evitar as arraias era ficar boiando segurando a canoa, onde ela estava ancorada, um lugar fundo, provavelmente sem risco para arraias. Felizmente nada ocorreu. Felizmente mesmo, a viagem correu maravilhosamente bem, como sempre deve correr todas...Mas, bem ali no local do banho, chamado volta da Aurora, um rapaz havia sido atacado por um jacaré. É, jacarés existem. Claro, não se pode desenvolver uma paranóia, mas eu a principio desenvolvi uma técnica: em rios desconhecidos, tomo sempre banho no meio da meninada. Quanto mais espalhafatosos a gurizada dentro d’água mais eu me sinto tranqüilo.
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24 de novembro de 2006

Escritorio




esta e' a Roberta, concentrada trabalhando no meu computador. Roberta: esta foto foi so pra te deixar com saudade daqui..esta e as proximas!!
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MUITA SAUDADE DESTE POVO!!!!! Dai amigos que estao ligados aqui neste humilde blogoso. A galera ai de acima merece toda minha consideracao e estima. Estao espalhados por este brasilsao velho mas sei que estamos todos conectados de coracao!!
Ate nosso proximo encontro (este aih foi no aniversario da Clara)
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Um ano no meio da Floresta

No dia 12 completo uma ano morando em Cruzeiro do Sul, Acre. Minha avaliação deste tempo vivido aqui é bem positiva, já que boas perspectivas vieram pra ficar. A todo instante minha rotina muda, ou seja, mesmo achando que eu tenho uma rotina, não tenho rotina, e isso é o melhor sendo eu de peixes como sou. É gostoso sentir uma cidade que tem um “q” de cidade bem pequena, mais que isso, uma cidade que é tranqüila por natureza, alegre, que a despeito de todo isolamento que sofre, ainda consegue te surpreender a todo instante. Mais do que a cidade, a confluência de diversidades aqui escancarada é a principal instigadora de novas descobertas, de aventuras, de desafios. E, desafio é coisa que não falta. Me descobri um sujeito caçador de desafios, que não esmorece frente às adversidades ou percalços do caminho. Muito antes pelo contrário, são as dificuldades combustível propulsor da minha gana em me desenvolver e me firmar neste lugar. São as dificuldades, inerentes ao trabalho de alavancar uma Universidade, que estão me movendo, fortalecendo meu espírito e meu caráter. O fato da constante busca de aperfeiçoamento pessoal, não teria o mesmo gosto, para mim, se o processo fosse mais simples ou mais direto. Tudo aqui é difícil, penoso, mas as vitórias vêm laureadas de um brilho diferente, especial, único, que resplandece na medida deste comprometimento sincero que optei em ter quando cheguei aqui. Vesti, portanto, a camisa do ideal da Universidade da Floresta. Me sinto comprometido com os ideais mais íntimos da população nativa. Almejo meus objetivos pessoais e, finalmente, consigo ver um caminho em comum, entre os interesses das comunidades tradicionais e os meus interesses científicos, no sentido de deixar minha contribuição mais sensível, mais honesta, mais real, nesta minha passagem aqui na terra. Enfim, observo os dias que passei aqui no último ano e vejo que não desperdicei nenhum. Vejo que por mais que eu tenha me sentido pouco preparado, nunca me senti incompetente ou demonstrei insegurança naquilo que estava fazendo. Tenho a tremenda certeza que percorro o caminho correto para minha realização, profissional e pessoal. Neste ano, só tenho a agradecer a todos que confiaram em mim suas esperanças, que me apoiaram para estar aqui, o povo do sul, que mesmo na ausência, ainda acredita na minha capacidade, e o sincero apoio dos colegas e pessoas daqui, que me ampararam nas dificuldades e que, como eu, acreditam em um futuro melhor para o Alto Juruá, baseado na responsabilidade ambiental e social.
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... Este – foi – o mês de outubro ...

Volto a escrever após algumas semanas fora. O outubro do ano de 2006 foi bastante conturbado. Muitas coisas aconteceram, algumas boas, outras ruins. Por razão de estar no meio deste turbilhão, mesmo fisicamente distante dele, alterei um pouco meu humor, minha rotina e meu relacionamento por aqui, e, acabou sobrando pro blog, que não viu linha escrita nem foto desde então. Tenho estado pois, bastante introspectivo nestes últimos tempos, reavaliando posições e sentimentos, buscando uma maior paz interior e buscando enviar muita energia positiva para toda a minha família em Porto Alegre, principalmente para as guerreiras, para as mulheres da minha vida, minha vó, minha tia e minha mãe, mulheres fortes como o angico mais parrudo da floresta e, ao mesmo tempo, muito sensíveis e de grande coração. Estas minhas queridas, cada uma, está tendo que segurar uma das piores barras de todos os tempos, que sem duvida, como as outras, vai passar sem deixar saudades. Eu daqui estou esforçado em mandar, pela via expressa de energia galáctica, muita paz, muita força de vontade, muita fé e muita esperança, para abrir caminho para que dias melhores cheguem e permaneçam entre nós. Ainda neste mês se foi o meu tio, o divertido tio Cacau. Já era chegado o tempo dele descansar. Nos meus tempos de guri, eu era a companhia mais constante junto dele, nas intermináveis partidas de escova, de canastra, ou nas longas conversas que iam de política a religião, passando por filosofia, futebol e comentários sobre a Veja, revista a qual ele era leitor assíduo. Me alegra pensar que estejas bem aonde estiver, certamente estarás muito melhor do que aqui, principalmente se ainda for possível tomar aquele uisquinho, celestial, agora.
Outra perda, repentina, foi a passagem do meu mestre querido, Prof. Bruno Irgang, o alemão, como era carinhosamente chamado. O Bruno foi o meu maior incentivador dentro da botânica, tanto profissionalmente, tanto emocionalmente. Dono de uma simpatia contundente e de uma sabedoria inigualável, o Brunão foi um exemplo de apaixonado pelas plantas, paixão que ele levava às últimas conseqüências. Conhecido pela sua personalidade forte, pelo seu jeito extremado, era mesmo admirado pelo sua altivez em campo e pela sua energia jovial e contagiante. Deixou uma legião de fãs e seguidores, entre os quais eu me incluo, que sentirão mesmo muita falta de suas histórias, do seu jeito simples, amigável, sincero, cativante. Ele foi um pai para mim na botânica e continuará para sempre sendo uma referência, é a minha oportunidade de, baseado no seu “jeitão”, cativar mais e mais alunos para descobrir o fabuloso mundo que é a botânica. Valeu Bruno!
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4 de outubro de 2006




Vista de um por do sol magnifico, ao fundo, uma samauma, e no primeiro plano, local de uma de nossas hospedagens. Mancio Lima, outubro de 2006, Rio Moa
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Lucas e Hosana



O Lucas e a Hosana, queridos amigos de Porto Alegre que participaram junto nesta expedicao.
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Cachoeira do Ar Condicionado

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Conversa na beira do Moa




Aqui estou eu e nosso guia, o Miro, comentando sobre as condiçoes do rio no inverno, a localização de outras cachoeiras, contando das antigas moradias que existiam no local e outros assuntos de beira de rio. Atras de nos, a cachoeira Pirapora.
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O acampamento




Este foi o acampamento muito bem montado pelo nosso guia...na volta, so o barulho do igarape anil, os macacos da noite e a onça...
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Cachoeira da Formosa




Eu ai embaixo d'agua...
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27 de setembro de 2006

Na trilha da cachoeira



Ai uma das inumeras pinguelas que ligam dois cabeços de terreno. Abaixo, bem abaixo, esta passando um igarape.
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O buraco da central




Aí estou eu dentro do buraco da central, água quente e sulfurosa, me segurando nas paredes do buraco para poder permanecer submerso. hahaha, é muito divertido.
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26 de setembro de 2006

Na Serra, por agua

Estas outras já são as fotos de nossa viagem de canoa ate o Parque Nacional da Serra do Divisor. Desta feita conferindo a área de estudo por terra, observando os meios de chegar ate a área, dificuldades e etc.
A saída começa no Porto de Mancio Lima, cidade próxima a Cruzeiro do Sul. Dali de canoa ate a base do Ibama no pe da serra perfaz um total de 1 dia e meio de canoa, subindo o Moa. Uma viagem deslumbrante, principalmente no trecho inicial, o do Japinim, rio braço do Moa. Este rio e’ bem apertado, com muitos apuis (figueiras) crescendo sobre o rio e formando imensos corredores verdes...coisa linda mesmo de se ver.
Depois de uma pernoite na beira do rio, na casa de moradores locais, o segundo o dia, já próximo a serra e as cabeceiras, o rio vai ficando mais raso (principalmente em função de estarmos no verão), e por varias vezes descemos da canoa para empurrar e desatolar. Ainda outras vezes a canoa da uns pinotes ao passar por troncos submersos...pensa o susto que bate de cada vez...principalmente quando se esta dormindo..hehe. Dormir na canoa e’ algo que necessita de grande concentração, pois virar pro lado ao dormir pode significar virar a canoa. Alem do que, o sol e’ extremamente forte, e insolação e’ o maior perigo.
Já junto ao pe da serra o Moa passa por dentro de um cânion, as paredes ficam mesmo muito próximas, e o perigo ai são as pedras no leito, coisa completamente inédita pra mim em qualquer outro rio do acre que eu já havia percorrido...neste ponto varias cachoeiras caindo no rio e formadas pelo rio.
Uma inclusive foi produzida pela Petrobras, ha quarenta anos atrás, para prospecção de petróleo. O buraco (chamado Buraco da Central) resultante desta exploração produziu ao invés de petróleo, água, que jorra desde então ininterruptamente, de formas que a pressão da água e grande saindo pelo buraco, que uma pessoa ao entrar nao consegue afundar, sendo jogado sempre pra cima.
Mas a atração principal, pelo menos para nos biólogos, fica por conta da trilha que vai ate a cachoeira Formosa. São 11 km por dentro da mata, atravessando burutizais, cabeços (áreas mais altas com igarapés intercalados) e áreas de mata densa. No caminho muitos bichos, rastros e um susto...o encontro com um surucucu-pico-de-jaca...ainda bem que nos avistamos ela antes dela no avistar...pois o perigo com esta cobra extremamente peçonhenta e’ grande. O que nao faltam por aqui são relatos contando como esta cobra e’ traiçoeira, inclusive o que mais se conta e’ que ela permanece nas trilhas tocaiando os incautos que passam, para poder pica-los.
Depois de rastros de onça (beeeemm recente), anta, caititu, paca, avistagem de macacos-prego, de um cabore (corujão), gavião...e muitas outras coisas, chegamos no local de pernoite (apos cinco horas e meia de caminhada)..uma pena e’ que estava chovendo o tempo inteiro, e a cachoeira so’ pode ser visitada no outro dia.
Na madrugada fui acordado por um bando macacos-da-noite fazendo zuada bem na minha cabeça...ha, dormimos todos em redes, de acordo com o melhor estilo seringal...imaginem o medo da onça...bah.
Bom, realmente a cachoeira e’ linda, e tivemos sorte pois ela estava com bastante água. Desmontamos o acampamento, comemos um miojo saideiro e tocamos de volta...a volta foi bem mais rápida, sem chuva e fizemos um total de quatro horas de pernada com uma parada so (um dos melhores tempos desta trilha, segundo o guia)...ha, falando no guia, o Miro foi mesmo o herói da jornada, nos salvou da pico-de-jaca, carregou e montou a lona que nos manteve secos na noite, fez um fogo com a lenha ensopada e do nada montou traves embaixo da lona possíveis de montar as redes...coisa incrível que qualquer pessimista nao gostaria de ficar observando o processo.
Depois desta mega jornada, conhecemos algumas outras cachoeiras da região, como a do Ar-Condicionado e a Pirapora.
A volta descendo o rio também e’ bem mais rápida, e mais tranqüila, embora o sol nao desse trégua em nenhum momento...na janta da volta já bem fora do parque, um regalo, caititu porco do mato.
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Chegando na serra seguindo o Moa

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Sobrevoando

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Sobrevoando



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Saindo de helicoptero

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25 de setembro de 2006

Sobrevoando o Moa e o Parque Nacional da Serra do Divisor

Aqui vão estas fotos do sobrevôo de helicóptero que fizemos sobre a parte Norte do Parque Nacional da Serra do Divisor, conferindo, de cima, uma região do parque interessante para se iniciar um estudo (Monitoramento do PNSD, Parceria com o IBAMA e o ARPA).
Sobrevoamos ainda as áreas do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) São Salvador e a Aldeia dos Nukuni.
Vista do alto, a Serra do Divisor, ou Serra do Moa, como é chamada aqui pelo povo da região, e’ uma sucessão de diversos morros, cristas, vales e alguns picos menores. A altitude em alguns pontos pode chegar a XXX, com trechos onde a inclinação e’ bem acentuada e inclusive ocorrendo deslizamentos.
E’ local das nascentes do Rio Moa, rio que sobrevoamos durante grande parte da viagem. Na parte plana junto ao pe’ da serra podemos encontrar, o que é facilmente observável de cima, a floresta aberta com palmeiras, e em certos locais campinaranas. Em outros pontos fica bem visível os Buritizais, localizados junto as partes baixas do terreno, nos igarapés vertentes do Igarapé Anil e posteriormente com foz no Moa. A floresta vista de cima e’ mesmo impressionante, um mar verde de dimensões infinitas, daquele ponto de vista...a impressão e’ de imensa amplitude, o que nos traz uma sensação de suprema inferioridade da nossa ínfima dimensão humana...so de ver a copa de arvores, que nesta visão se mostram pequenininhas, mas que na verdade são grandes arvores com mais de 40metros de altura, já da uma sensação difícil de explicar, mas e’ sentida bem no ventre, com aquele clássico friozinho na barriga...simplesmente surpreendente!
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24 de agosto de 2006

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Espirito elevado...lugar encantado

O Acre tem esta caracteristica, alem de todas as outras bem interessantes, de te colocar frente a frente com muitas possibilidades de trabalhar o EU interior, trabalhar sua espiritualidade, trabalhar a abertura das tais portas da percepcao...de uma maneira orientada, precisa e com resultados muitas vezes gratificantes e energizantes.
Entrar em contato com a floresta, nao a floresta fisica...mas com aquela floresta escondida, aquela que so' se mostra nas escolhidas vezes em que se esta preparado, se esta aberto. As entidades que moram na vastidao verde, que moram ali sem serem vistas, possuem mesmo poderes encantados, possuem uma forca que nossa forca nao capta, que nossa mente normalmente nao tem condicoes de classificar ou processar. Sao entes de poder, de luz e de sabedoria, dispostos a nos levar para lugares mais elevados na nossa mente, lugares onde nao fomos acostumados ou ensinados a normalmente acessar.
Pode parecer totalmente new age o que to falando...e ate eh, pensando bem, pois quando se passa o que se sente pra escrita, a maior parte da emocao, do sentimento, da transcendentalidade se perde, restando aquilo que eh senso comum, aquilo que fica desconectado do que se sente com que se consegue expressar por palavras, nao ha como relatar.
So' mesmo estando frente a frente a estas entidades da floresta, da unica forma em que isto e' possivel, ou seja, estando la dentro da floresta mesmo, com a percepcao aumentada, e orientado por um xama ou um paje, e' que coisas como as que escrevi acima passam a fazer sentido.
Tento me colocar sempre numa posicao critica, imparcial, aquela posicao caracteristica em que cientistas se colocam. E mesmo assim, o poder bate... impressiona, te leva a lugares que somente em miracao voce pode ir...lugares que sempre existiram e sempre visitados por milhares de anos pelos habitantes desta vastidao verde, e que hoje estao acessiveis a mortais como eu.
O que quero dizer e' que nao deixo algum cepticismo inato ou construido pela sociedade em que fui instruido, me impedir de conhecer outras maneiras de descobrir novos caminhos obscuros dentro da minha mente. A mente humana e' o mundo. Aqui dentro esta todas as perguntas e todas as respostas. SEgundo a fisica quantica, nao ha diferenca entre o que vemos e o que lembramos do que vemos, ambos processos ativam iguais regioes cerebrais...se existe uma memoria historica de nosso passado na floresta...este estara la para ser visto e revisto.
Nao ha como explicar a forca da floresta. So ha mesmo uma maneira de sentir esta forca...e' estar na floresta, e' viver a floresta, e' comer da floresta, e' conviver com quem convive com a floresta, aprendendo com que sabe como se conectar com esta forca. Uma conexao espiritual com a floresta e' um trabalho longo, estou me iniciando neste processo, certamente ainda vou muito longe, ao menos e' o que eu espero.
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17 de agosto de 2006

GLÓRIA DO DESPORTO NACIONAL
Ó INTERNACIONAL QUE EU VIVO A EXALTAR
LEVAS A PLAGAS DISTANTES
FEITOS RELEVANTES
VIVES A BRILHAAAAAAAARR
OLHOS ONDE SURGE O AMANHÃ RADIOSO DE LUZ, VARONIL
SEGUE TUA SENDA DE VITÓRIA
COLORADO DAS GLÓRIAS
ORGULHO DO BRASIL

O TEU PASSADO ALVI-RUBRO
MOTIVO DE FESTAS EM NOSSOS CORAÇÕES
O TEU PRESENTE DIZ TUDO
TRAZENDO A TORCIDA ALEGRES EMOÇÕES
COLORADO DE ASES CELEIRO
TEUS ASTROS SINTILAN NO CÉU SEMPRE (VIBRA)
VIBRA O BRASIL INTEIRO
COM O CLUBE DO POVO DO RIO GRANDE DO SUL
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"PAPAI É O MAIOR,

CAMPEÃO CONTINENTAL.

SOU COLORADO,

DE ALMA LAVADA,

A AMÉRICA É COLORADA."
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SOY LOCO POR TI AMERICA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


SIRVAM NOSSAS FACANHAS DE MODELO A TODA TERRA!!!!!!!!!!!!!!!!!
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GLORIA DO DESPORTO NACIONAL

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haaaaaaaaaaa COLORADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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15 de agosto de 2006

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Bandas e Bandas em Porto




Nao bastando as atividades do Encontro, o povo do Acre ainda visitou o CECLIMAR (fotos) em Tramandai, o Museu de Ciencia e Tecnologia da PUC, o Jardim Botanico, o Zoologico, a Casa de Cultura Mario Quintana, o Gasometro...
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Ja em Porto Alegre, no ENEB




Aqui o povo do Acre bem inturmado, participando das atividades do encontro. - Voce e' do Acre? Serio? Posso te dar um abraco?
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Ainda no caminho...




SIm, esta ainda sao cenas das 90 horas ate Porto Alegre. A maior parte das fotos sao dentro dos onibus que enfrentamos pelo caminho. Na pausa para janta, ainda no Acre, Paca com arroz e feijao.
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14 de agosto de 2006

CZS - Rio Branco 18horas


http://www.blogger.com/img/gl.photo.gif

Primeiras cenas da viagem, pose do grupo aventureiro junto a balsa do Rio Jurua, bem pertinho da minha casa. A estrada ate Rio Branco e' praticamente isto, terra e terra, com algum asfalto pelo caminho (hora para dormir). ainda do lado de ca do Jurua era o momento de desistir...mas ninguem desistiu.
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10 de agosto de 2006

VAI COLORADO DO MEU CORACAO!!!




Sem comentarios, to muito emocionado

fragmento do texto de Andre Mendes Ribeiro Zane

(...)
Para onde tu olhares, verás uma camisa vermelha. Elas se multiplicarão como por obra e graça divina. Nas ruas da cidade. Por onde passares. Em tua mente. Em teu corpo. Use-a. Celebre-a. Ame com ela e a ela. Teus problemas ficam para depois. Teu trabalho fica para depois. Tuas contas ficam para depois. Tua saúde e teu futuro ficam para depois. Tua vida é teu clube e teu clube é tua vida. Respire Inter. Coma e beba Inter. Durma e acorde cada vez mais Inter. Serás colorado antes de seres filho. Serás colorado antes de seres pai, antes de seres marido e mulher. Serás colorado antes de seres humano. Tu és um seguidor. E nada vai te separar na hora mais importante da história de teu time. Da tua história. Da nossa história. Apoie, sempre e incondicionalmente. Cante a pleno pulmão e quando não o tiver mais. Não esmorecerás nunca! Tu nasceste da negação e és filho da persistência. A garra foi criada à imagem e semelhança da torcida colorada.
Em 16 de agosto, tu viverás um dia mágico. Verás uma procissão sem igual. De todos os pagos e rincões, as almas se abalarão até o Gigante. Tu jogarás junto.
Por ti e pela tua família. Pelos que estão vivos e pelos que ainda hão de nascer. Não te preocupes com os que já se foram. Pois eles estarão lá, contigo. O trabalho de um colorado começa nesta vida e continua na próxima.

(...)
Salve, Bodinho, Dom Elias e também o Falcão. Salve, Tinga, Sóbis e Fernandão. Salve, Feijó, Ballvé, Carvalho e os Poppe Leão. Salve, Minelli, Ênio Andrade, Teté e o Abelão.
Salve, ramo de louros, invicto e tri-campeão. Salve, quinta estrela, roubada no Zveittão. Salve, sete Waldomiro, das vaias à redenção. Salve, Célio Silva chutando a bola e o chão. Salve, poeta Nelson Silva. Meu respeito e adoração.
Salve, ao teu Celeiros de Ases, nossa máxima exaltação. Salve, passado alvi-rubro, festa no meu coração. Salve, Rolo Compressor, toda a glória e tradição! Salve, Gol Iluminado, mar vermelho, êxtase e explosão. Salve, velho coreano. Que falta fazes, irmão! Salve, Dunga, Taffarel, Renteria e Perdigão. Por que não? Salve, Librelatto, és anjo rubro e branco junto ao Pai da criação. Salve, Gre-Nal do Século, exemplo de superação. Salve, Fabiano e a inesquecível humilhação. Salve, à Doze, à Fico, à Popular e à Nação! Salve, Salve, à torcida do povão. A maior e melhor desse rincão! Salve, o S, o C e o I, entrelaçados em força e paixão. Salve, Manto Sagrado, objeto de adoração. Salve, Gigante, minha vida e inspiração. Salve, Colorado, muito mais que a religião. Salve, enfim, à América, nossa guerra e obsessão!
E todos salvem a ti, Internacional. Que Deus te ilumine e os céus te guiem em tua maior batalha. Como o filho curvado frente ao pai, eu me ajoelho. Peço a benção e estendo a mão. A ti, rogo essa prece. Te saúdo em oração.
Toda a honra e toda a força, agora, a ti pertencem. Teu legado alvi-rubro será inexorável e eterno como o Tempo. Como o Vento. Defenderei teu nome, tuas cores e tua bandeira. Contra tudo e contra todos. Ontem, hoje e todo o sempre. Nesse mundo e nos outros.
Te dedico a vida e suplico a América.
Em nome de toda a família colorada.
E que assim seja.
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7 de agosto de 2006

Voe Rico, se tiver coragem

Volto a escrever deste local aqui onde tenho tempo pra escrever em blogs...o aeroporto. Qual o motivo de eu estar no aeroporto ainda ja que a essa hora eu ja deveria estar em CZS. Simples, o motivo chama-se Rico, a onipresente empresa aerea daqui. O voo pra Cruzeiro, que eu embarquei e tudo, ate que saiu no horario, porem, os Flaps (o freio aerodinamico da asa) nao fechou por completo e o aviao nao ganhou altura...calma, nao sao esta minhas escritas postumas, ainda bem, mas o aviao retornou a Rio Branco, sem antes ficar dando aquelas enjoantes voltinhas no ar...pousamos com situacao de emergencia, varios carros de bombeiros, ambulancias, os jornais (politicos a bordo, rs), divertido mas adrenalizante.

Eu ja havia prometido, mas agora eh lei, nunca mais passo a noite acordado esperando este voo, pelo simples fato que tudo pode acontecer, e o certo eh estar acordado para ver acontecer...como agora ha pouco, que eu dormi quando o comandante explicou o que tava acontecendo, o aviao baixinho voando quase triscando a floresta...dai o povo ate brincou comigo no aviao, da minha excelente tranquilidade em momentos de tensao. Hehe.

Desci do aviao, olhei aquela situacao toda e exclamei: E', eu moro na amazonia!
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De onibus para Porto Alegre

Escrevo de um dos lugares onde tenho mais tempo e tranquilidade para postar coisas neste Blog: aeroporto de Rio Branco, na ja classica espera do aviao para Cruzeiro do Sul. Sao agora aqui, duas da manha, em breve o aeroporto esvazia, com a saida do ultimo aviao. Cheguei aqui era meia noite e devo esperar, ate as 9 da manha...daqui a pouco, hehe. Pra quem nao entende porque faco isso, explico. Neste horario nao tem mais onibus para ir ao centro. A distancia daqui ate o centro e' de 10km, mais ou menos. Um taxi cobra, na melhor das hipoteses, 40 reais, so de ida. Como o voo e' as 9 da matina (11 horas de Brasilia), teria que sair muito cedo do hotael ou de seja la onde eu encontrar para passar a noite. Economizo uma grana, e fico por aqui mesmo, principalmente agora que fui informado que existe sim um chuveiro disponivel para banho.!!

Pois e' mesmo, andava sumido por aqui. Estava viajando, naquela que foi uma das aventuras mais impressionantes que ja vivi. Sai de Cruzeiro do Sul, la onde o vento faz a curva, e fui para Porto Alegre de onibus, sim, de onibus. Foram quase 5 mil quilometros, 5 balsas, 5 dias e muito, muito chao brasileiro. Pais Continental? descobri o verdadeiro significado disto que falam. Poe grande nisto, nosso pais eh do tamanho do mundo.

So dentro do ACRE foram 18 horas da BR364. So aqui sao as quatro balsas das cinco. So aqui pudemos comer paca na janta, na parada do onibus. Encher completamente os cabelos, as roupas e as mochilas da poeira acreana, poeira esta que nao acompanhou ate o sul. So neste trecho, a probabilidade de ficarmos empenhados no meio da estrada, atolados no famoso barro tabatinga, ou quebrados sem assistencia, e' encarada de forma divertida e num alto astral, do tipo, temos hora para sair, mas para chegar...so Deus sabe.

Sao muitas coisas para contar desta viagem. Principalmente por eu nao ter ido sozinho, e, nem por vontade propria, por assim dizer. Acompanhei a turma de bixos da Biologia que nunca tinham participado de um ENEB (Encontro Nacional dos Estudantes de Biologia). E', desci com eles este mundao de Brasil, percorrendo praticamente todas as fisionomias de vegetacao brasileira, com excessao da Caatinga. cansativa, emocionante, divertida, longa, divertida de novo, longa outra vez...alguns adjetivos colecionados pelo caminho.

A maior parte dos relatos, e sem duvida a mais interessante, sao os relatos das vivencias e experiencias deles. para eles esta viagem foi uma oportunidade unica de vivenciar e experienciar outros brasis, outras culturas, outros povos, outro tudo. E, serviu para mostrar ao Brasil que nao conhece o Acre que o Acre existe e esta no mapa, e, o mais impressionante, e' que acreanos existem tambem. tanto existem que uma turma de 11 "malucos" (como o Martin, amigo de Porto Alegre gritou quando recebeu o povo la: - Bah Galera, voces sao os mais malucos!).

Espero que eles tenham gostado de tudo isso. Eu senti que foi bom, muito bom. Mas tem aquilo de muita informacao ao mesmo tempo as vezes satura, e causa efeitos aleatorios as vezes nao desejados. Vou esperar para sentir agora eles em CZS. Capaz deles virarem figuras mitologicas junto aos colegas atuais e todos que virao depois. Novo paradigma de estudante na Ufac - Czs.
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26 de junho de 2006

Baixe o filme “de canoa pelo Valparaiso“




Baixe o filme no link abaixo
http://www.megaupload.com/?d=A4FEJ4NV

EStas sao cenas filmadas pelo Pablo, analista do Ibama, em uma das saidas do Diagnostico RESEX CRoa, nesta oportunidade subindo o Rio Valparaiso (O Valparaiso é, tambem, um afluente do Jurua). Como eu estava em aula, nesta saida infelizmente nao pude ir. O rio nao esta muito seco, memso assim, sao as cabeceiras do rio, entao da pra se ter uma ideia de quanto apertado e estreito ele pode ser, caracteristica nao muito divulgada dos rios da Amazonia.

Dica - baixe o filme, sao só 28 mb, demora um pouco mas vale a pena. Coloque para rodar em tela cheia, sente no chao e aumente o volume ao maximo! Voce tera uma ideia do que fazer uma viagem de canoa...claro que uma vaga ideia, mas tente-se imaginar o barulho do motor e voce sentado horas e horas na mesma posicao, deslumbrado pelas paisagens que se sucedem ao longo do rio.
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25 de junho de 2006

O Rio Môa



O Rio Moa é o afluente do rio Jurua mais proximo de Cruzeiro do Sul. Famoso pelas suas águas cristalinas e disputadas praias na época de verao (agora). Na sua foz junto ao Jurua, é possivel facilmente assistir ao espetaculo dos botos, que fazem deste local um dos seus preferidos. Ele nasce na Serra do Moa, tambem conhecida como Serra do Divisor. Subindo o rio a floresta começa a tomar corpo e tamanho, sendo este um dos rios mais bonitos de toda a regiao. Abaixo esta uma vista de um dos buritizais da regiao (o povo costuma fazer vinho de buriti...eu nao gosto, prefieo muito mais o vinho de açai, e o de pataua, quando tem. Pataua com churrasco é delicioso!). O igarape deste buritizal vai ao Moa.
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E tudo acaba em pizza...




Ai, como nem tudo é so trabalho e saida de campo, estou na ocasiao preparando uma pizzada pro pessoal.
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Arco-iris




NO mesmo dia do primeiro jogo do Brasil, este lindo arco-iris para dar a maior sorte. Do meu lado o Pedro, filho da Carla, professora da enfermagem.
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Dá-lhe BRASIL - rumo ao hexa!



Aqui estamos fazendo a maior festa toda vez que o Brasil entra em campo. A cidade realmente para. Nenhum movimento nas ruas, mesmo. A cidade ta toda decorada. Uma promocao vai dar um boi e caixas de cerveja para o bairro melhor decorado. Entao, as ruas estao todas pintadas, cordao da calcada, poste tudo, desenhos no asfalto, enormes. Tuneis de bandeirinhas e fitinhas completam o cenario. Muito divertido. Ai a foto ainda eh o primeiro jogo, contra a Coacia...ô joguinho dificil. Mas depois, foi so alegria.
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20 de junho de 2006

Croa, rio ou igarape?



O Rio Croa é, na verdade, um grande igarapé. A água na maior parte do ano permanece parada no seu leito, com pouca ou nenhuma correnteza. Em épocas certas de chuva, quando a várzea do Rio Juruá inunda com força, um sistema de pequenos e grandes lagos, outros igarapés e canais, transbordam, trazendo e renovando a água do Croa. Isso acontece em épocas de muita chuva e invernos com muita chuva mesmo, coisa que há cinco anos não ocorre por aqui. Após passar por estas paragens, a água do Croa retorna novamente ao Juruá, passando pelo Rio Alagoinha e desembocando na sua foz, mais ao norte.
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Artesanato do Croa



Um dos mais belos trabalhos do povo do Croa, guanhando dimensao e repercussao internacional somente nos ultimos anos. O trabalho com ervas e os trabalhos de cura sao respeitados em todos os lugares do Acre.
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Croa abencoado

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Comunidade Nova Era, Rio Croa




O Croa, bem ai na Comunidade Nova Era, e' um daqueles lugares em que se pensa? - Como nao conhecia esse lugar antes? Como pode ser tao lindo? Ali parece que realmente o tempo para. Que tudo segue de uma paz e de uma tranquilidade, por vezes constrangedora, mas na maioria do tempo, totalmente relaxante. Ali a comunidade do Croa se reune para suas atividades coletivas, entre reunioes, festas, Sessoes de Daime, feitios de remedios naturais, almocos. Me contentaria so com a possibilidade de estar sempre por ali contemplando o ceu estrelado das noites de lua nova, onde e' possivel assitir ao espetaculo das estrelas cadentes e dos meteoros que rasgam a noite iluminando tudo e todos, como flashs angelicais. Ou seriam Dragoes cuspindo fogo?
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Subindo o Rio Croa



Outras maravilhosas cenas podem ser observadas nesta curta mas muito proveitosa viagem de canoa ate a Comunidade Nova Era, Rio CROA.
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Descobrindo o Croa 2



Esta e' uma das primeiras cenas, depois de deixar o portinho da ponte do Rio Croa, junto a BR264, poucos quilometros depois de Rodrigues Alves. O trecho de canoa subindo o rio e' curto, mas muito lindo, um tunel verde adornando um rio tranquilo, bem sombreado.
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24 de maio de 2006

Cenas da UFAC CZS dos primeiros dias de aula



Abaixo a direita, nosso humilde lar, o Centro de Ciencias Biologicas e da Natureza, tambem Centro de Saude e do Desporto, tambem, gabinete dos professores, sala de reunioes, e por ai vai...situação temporária. Abaixo a esquerda, turma da Eng. Florestal posando pra foto histórica. Acima, cena de um dos corredores e ao lado, eles em aula.
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A foto do primeiro dia de aula

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Mais cenas dos primeiros tempos...


Aqui, pouco de trabalho e muito de trabalho. Acima, professores debruçados sobre as plantas do novo campus da Universidade (o Leandro olhando pra cá). Estrutura, paredes, salas, ventilação, acesso, circulação....espaços. Abaixo, mais trabalho, e descontração, mais plantas, coletas, subir o rio, Acanthaceae, floresta, campinaranas, podão, gps, cerveja, e a excelente área de lazer na AABB. Da esquerda pra direita, Marcos Silveira, colega botânico de Rio Branco, a Karen e a Marta.
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Cenas dos primeiros tempos 3



O dia mais importante destes primeiros tempos da nova Universidade: a aula inaugural. Sem dúvida a maior e mais esperada atração foi o seu Antônio de Paula, sábio da floresta (bem a esquerda). Nas fotos vemos alunos na plateia, professores nas primeiras filas, e, na foto da direita, o seu Antonio, feliz da vida, entre o Leonardo e a Claudene. Seu Antonio de Paula deu um show a parte, sendo aplaudido de pé por todos, marcando dignamente a presença dos povos da floresta na cerimônia.
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